E disse-me o poeta adônico, kriyando entre um pé dáctilo e outro espondeu, que pneuma sou . E poetas, assim como as cartas, não mentem jamais !
Eu, grega e espartana, andréia viva nos portões de fogo, que defendo com 300 guerreiros o Peloponeso ameaçado por dois milhões de tapetes persas, eu, essência invisível e intangível?
Acorda, Apolo, eu sou dionisíaca ! Acorda, Apolo, meu ditirambo na madrugada despertou o corifeu! Acorda, Apolo,minha Medusa desconhece os benefícios do laquê!
21/05/2010
Medusa
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